domingo, 12 de fevereiro de 2012

AkzoNobel investe € 80 milhões no Maranhão

Dentro da Amazônia Legal, o Maranhão que também é Nordeste tem recebido grandes investimentos. O noticiado abaixo, de valor menor, é complementar a fábrica de celulose da Suzano, com capacidade de 1,5 milhão de toneladas/ano.
Dos investimentos mais recentes e principais destaca-se: a refinaria de petróleo Premium I da Petrobras, de capacidade gigantesca – 600 mil bpd – que será a quinta maior do mundo e a maior do Brasil. A produção será escoada pelo Terminal Portuário do Mearim, a ser construido às margens do rio Mearim em Bacabeira;
As Termelétricas do grupo EBX: UTE MPX Itaqui, com 360MW, e UTE Parnaíba (gás natural), com 1863MW, em sociedade com a Petra Energia;
AAciaria do grupo Ferroeste, que vai produzir 500 mil toneladas de tarugo de aço em sua primeira etapa;
A Construção do 4º Píer da Vale para embarque de minério de ferro no Terminal Marítimo da Ponta da Madeira;
A Duplicação da Estrada de Ferro Carajás - EFC;
A Fábrica de celulose da Suzano, com capacidade de 1,5 milhão de toneladas/ano; e
A Construção em Alcântara da Torre Móvel Integrada - TMI, para as atividades do Veículo Lançador deSatélite – VLS.

Fonte: Brasil Econômico 01/02/12O investimento será destinado para suprir nova fábrica de celulose da Suzano.
O grupo AkzoNobel construirá uma nova "ilha química" para a fabricação de insumos para celulose no Brasil.
A usina, operada pela Eka Chemicals, unidade de negócios de Papel e Celulose da AkzoNobel, suprirá uma nova fábrica de celulose da Suzano no Maranhão (MA).
"O acordo, válido por 15 anos, reforça a importância de mercados de alto crescimento para a AkzoNobel e ajudará a impulsionar a estratégia de médio prazo no Brasil, que prevê dobrar a receita para € 1,5 bilhão," diz Rob Frohn, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel, responsável pela divisão de Especialidades Químicas, da qual a Eka faz parte.
O investimento envolve o fornecimento, armazenamento e manipulação de todos os produtos químicos necessários para a nova fábrica.
A planta está sendo construída em Imperatriz (MA) e terá capacidade para a produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano.
A usina deverá entrar em operação no último trimestre de 2013.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Rock na Amazônia

A nossa rica cultura amazônica contempla em sua diversidade também espaço para os fãs do Rock. Fica o registro para àqueles admiradores dessa corrente musical.

Fonte: Portal amazônia.com 06/02/12
As bandas 'Os Tucumanos','Essence' e 'Caixakústica' abrirão o Festival

MANAUS – A Secretaria de Cultura divulgou a lista das bandas selecionadas para o Festival Amazonas Rock – Grito Rock 2012. O evento acontecerá entre os dias 21 a 24 de março, em Manaus.
No total, 30 bandas foram selecionadas. A lista completa foi revelada pelas curadorias dos Shows de Abertura e das Mostras. Conforme previsto no edital, o primeiro dia de Festival contará com três bandas no Teatro Amazonas. Formada por Moysés de Carvalho, Otoniel Cruz e Mauro Sérgio Sardinha, a curadoria selecionou: Os Tucumanus, Caixakústica e Essence. Cada uma terá 30 minutos de apresentação.
Para a Mostra no Largo Mestre Chico, a curadoria formada por Anthony Ferreira, José Montrezol e Manoel Alberto Neto selecionou 24 bandas (ver lista). As atrações musicais devem se dividir em dois dias apresentações, 23 e 24 de março, no Largo Mestre Chico, Manaus Moderna.
Atrações nacionais, que ainda serão anunciadas pela Secretaria de Cultura e Comissão Organizadora do Festival, ainda subirão ao palco da Mostra no Largo Mestre Chico.
Show de Abertura:

-Os Tucumanus

-Essence

-Caixakústica

Mostra

- 00:00

- Alaidenegão

- Bandaid

- Mezatrio

- Tattva

- Nosense

- Tudo Pelos Ares

- Os Playmobils

- Satrio

- Anônimos Alhures

- Willy Kaolho

- SPH Rock`n`roll

- The Dust Road

- Mystical Vision

- MB4

- Extremamente Tosco

- Ed Ondo

- Evil Syndicate

- Antiga Roll

- Necroblood

- Nekrost

- Catarse Divina

- InCaos

- Alma Nômade



Pesquisadores estudam potencial do tucumã no Amazonas

Lembranças de infância do tucumã entranhado nos dentes, os "beiços" sujos, os espinhos nas mãos e as horas limando os caroços para fazer anéis. Agora as pesquisas apresentam tantos aproveitamentos e utilidades diferentes da tradicionais como o fruto comestívell, (para quem não conhece o x-caboquinho é um sanduíche que leva queijo de coalho e lascas de tucumã e pode ser encontrado em lanchonetes, feiras livres e barraquinhas de café regional de Manaus) pela sua madeira, usada para como esteios para sustentação de malocas e casas rustica, além de jóias como brincosfazer , pelo óleo das sementes, pelas folhas que faz redes e peças artesanais, enfim uma grande variedade.
Sempre é bom perceber as riquezas de nossa biodiversidade, descobertas cada vez mais por cientistas e pesquisadores locais, nacionais e estrangeiros. Esses últimos liderando a pesquisa mais "refinada" com geração de conhecimento e patentes explorada comercialmente por suas empresas.
Fonte: Portal Amazônia 08/02/12
Em pesquisas, o fruto é alvo de interesse para alimento, cosmético e energia

Conhecido como ingrediente do sanduíche “X-caboquinho”, o tucumã-do-amazonas é alvo de interesse como fonte de matéria-prima não apenas para alimentação, mas também para agroenergia e cosméticos. Foto: Alfredo Fernandes/Agecom.
MANAUS - Após ficar conhecido como ingrediente do sanduíche “X-caboquinho”, o tucumã-do-amazonas é alvo de interesse como fonte de matéria-prima não apenas para alimentação, mas também para agroenergia e cosméticos.
Pesquisas realizadas com tucumã pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) buscam mapear e caracterizar as populações naturais para possibilitar o pré-melhoramento genético dessa e de outras palmáceas encontradas em diversas regiões do Brasil.
Um dos pontos de partida é a conservação da diversidade genética. Neste sentido, a Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus-AM) organiza coleções com exemplares do tucumã (Astrocaryum aculeatum), provenientes de coletas de materiais genéticos (acessos) em maciços naturais (áreas onde se encontram vários exemplares de plantas nativas de uma mesma espécie) existentes em diversas localidades dos municípios do Amazonas. A partir dessas coleções podem ser feitos estudos visando ao melhoramento dessa espécie em relação à produtividade, ao teor e à qualidade de óleo, biologia reprodutiva, entre outros aspectos de interesse.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Em 2012, empregabilidade para engenheiros será de 100%

Uma boa not´cia para os Engenheiros que em décadas passadas saiam da universidade sem saberem se iriam exercer a profissão. Um avanço provocado pelo aquecimento da economia brasiliera que precisa investir para formar mais, e principalmente, melhores profissionais para enfrentar os desafios de construção de uma infraestrutura capaz de atender a necessidade de de um país que quer ser plenamente desenvolvido.
Fonte: Massa Cinzenta 03/02/2012
Mercado brasileiro tem um déficit de aproximadamente duzentos mil profissionais da área. Maior carência está na construção civil
Por: Altair Santos
De cada 100 vagas ofertadas no Brasil, 22 requisitam engenheiros. Trata-se da profissão com maior demanda no país atualmente, seguida de longe por administradores (14 vagas para cada 100) contabilistas (6 vagas para cada 100) e economistas (5 para cada 100). Os dados constam de pesquisa recentemente divulgada pela consultoria Ricardo Xavier, que revela ainda que de cada 22 engenheiros requisitados pelo menos metade é para o setor da construção civil.
Marshal Raffa: "Quanto mais qualificado for o profissional, mais ele será requisitado pelo mercado”.
Segundo Marshal Raffa, diretor executivo da consultoria, só a engenharia mecânica é tão requisitada quanto a civil. “Os engenheiros ligados à construção civil têm fortalecido esta posição devido aos grandes eventos do mercado brasileiro (Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas). Para a execução destes eventos é necessário infraestrutura. Tem ainda os investimentos no ramo imobiliário e a promessa do governo de executar na prática o PAC 2″, diz Marshal.

Agropalma embarca lote de óleo sustentável

O Cultivo do dendê no introduzido no Pará em 1951 pelo então Instituto Agronômico do Norte, hoje EMBRAPA Amazônia Oriental, se mantem forte e em crescimento com varias novas indústrias entrando no mercado. Das pioneiras, o cultivo intensivo iniciou em 1967,  a Agropalma é a que ainda a que se mantém ativa. Empresas como DENPASA, COACARÁ, CODENPA, DENTAUÁ, PALMASA, desapareceram.
A nota mostra o resultado do trabalho da Agropalma no setor, buscando apresentar produtos sustentáveis.



Fonte: Valor Econômico 31/01/2012
Por Bettina Barros
De São Paulo

Marcello Brito, da Agropalma: trabalho para que o mercado interno também pague prêmio pelo óleo certificado
A Agropalma, maior produtora de óleo de palma (dendê) e palmiste do país, embarca hoje para a Europa seu primeiro lote certificado como "sustentável". O embarque colocará o Brasil no pequeno grupo de países produtores da matéria-prima com a chancela da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável (RSPO, na sigla em inglês).
Neste primeiro momento, serão exportadas 6.400 toneladas de óleo de palma (feito a partir da polpa) e 500 toneladas de óleo de palmiste (feito a partir da semente) para Hamburgo, na Alemanha. Segundo a Agropalma, a certificação garantiu um prêmio sobre o preço de US$ 13,00 por tonelada para o óleo de palma e US$ 15,00 por tonelada para o de palmiste.
A expectativa, porém, é que até o fim do ano sejam produzidas as mesmas 160 mil toneladas de óleo certificado do ano passado - 50% ficando no mercado interno e 50% para o mercado externo. Se concretizado, o volume agregaria, somente em prêmios, US$ 1,5 milhão ao faturamento da Agropalma. "Estamos trabalhando para que o mercado interno também pague prêmios. Isso é um grande incentivo, tanto que estamos querendo ampliar a certificação para todos os agricultores familiares [que fornecem matéria-prima à empresa]", afirma Marcello Brito, diretor comercial e de sustentabilidade da Agropalma. Segundo ele, até meados de 2013 os 220 fornecedores, que representam 10% da sua produção, deverão estar certificados.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Vale, os miseráveis e a mídia, artigo de Rogério Almeida

Uma interessante observação do comportamento da mídia em relação a uma notícia que deveria ter destaque e como ele demosntra, foi preferível omitir ao invés de aproveitar a oportunidade para apresentar de maneira consistente sua ação atual, até porque a Vale realmente possui hoje (consequência da cobrança da sociedade e governos) uma política socioambiental razoável, com avanços significativos em relação a outras empresas do setor.   
Fonte: Portal Ecodebate 31/01/12
Rogério Almeida é professor da Universidade da Amazônia (UNAMA), Belém-PA e publica o blog FURO

Fiquei chafurdando na rede a procura de alguma matéria especial sobre o premio “Oscar da Vergonha” conferido a empresa Vale, no derradeiro dia 27, em Davos pela Publics Eye Awards, prêmio organizado anualmente pelas organizações internacionais Greenpeace, da e Declaração de Berna. A edição de domingo é considerada o filé mignon dos diários. Não encontrei nada nos grandes jornais, e menos ainda nos impressos locais.
Fiz o mesmo com as revistas, e a caça teve o mesmo desfecho. Na Veja havia uma nota em defesa da Vale, a base reside em cifra estratosférica que a mesma vai empenhar na área de meio ambiente. Com os meus botões fiquei a matutar sobre o silêncio nos principais meios de comunicação.
Indaguei: como pode nenhum veículo empenhar uma equipe para investigar as denúncias que os zés e marias ninguém realizaram em escala planetária sobre uma das principais empresas do planeta? A eleição da Vale como pior empresa do mundo agrupa inúmeros elementos considerados relevantes na teoria do jornalismo.

Licitação verde

Uma ótima iniciativa que está se espalhando com rapidez e gerando muitos benefícios para o meio ambiente. Com forte atuação do Ministério do Meio Ambiente, vem- se criando condições das instituições se tornarem social e ambientalmente melhores. Com a adesão a Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) as instituções das tres esferas de governo assumem um compromisso que é acompanhado/auditado e que incentiva, com a participação dos servidores e empregados das instituições,a adoção de boas práticas para essa questão
Fonte: Valor Econômico 24/01/2012
Dos copos de café aos cartuchos de impressora, setor público planeja dobrar volume de compras usando critérios ambientais. Por Sérgio Adeodato, para o Valor, de São Paulo
A estratégia de promover pregões eletrônicos para a compra compartilhada de produtos com critérios ambientais ganha escala na administração pública, levando o mercado a adaptar-se a novos padrões nas licitações. Após experiência pioneira no ano passado, um grupo com mais de dez instituições federais do Rio de Janeiro prepara atualmente um novo leilão on-line destinado à aquisição coletiva de no mínimo 48 itens - do papel reciclado aos cartuchos de impressoras e copos de cafezinho mais amigáveis ao meio ambiente. "O desafio é conciliar preço e qualidade, além de garantir o abastecimento e a abrangência na competitividade", diz Jorge Peçanha, da Fundação Oswaldo Cruz, que coordena o grupo.
"Queremos derrubar o mito de que o produto sustentável é necessariamente mais caro que o convencional", completa Renato Cader, um dos idealizadores do sistema compartilhado quando dirigia o setor de compras do Jardim Botânico do Rio. "Devido ao maior poder de compra do trabalho conjunto, o primeiro leilão gerou em média uma economia de 50% em relação aos preços identificados na pesquisa prévia de mercado", informa Cader. Ele hoje dirige a Agência Nacional do Cinema, membro de uma rede de 38 instituições públicas que se articulam para a adoção dos novos critérios nas licitações.

Dificuldades de atualização

Em processo de mudança, ainda não tenho telefone e internet instalada no novo apartamento, e continuo com dificuldades de manter atualizado o Amazonidade. Mesmo assim vou tentando e espero não ficar muito tempo sem postar.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Brasileiro indicado como secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB)

Alerta do Secretário, que é profundo conhecedor do assunto, considera os desafios a serem enfrentados em sua nova função na ONU.
Mais um reconhecimento para o Brasil que atualmente se destaca internacionalmente nas questões ambientais. Um incentivo a mais para que a sociedade continue cobrando e o governo responda de maneira mais eficiente em sua tarefa de conciliar o desenvolvimento econômico e social com a sustentabilidade.
Perda de recursos naturais é "vertiginosa" alerta Dias
Fonte Valor Econômico 23/01/12
Bráulio Ferreira de Souza Dias, atual secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, inicia o trabalho como secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) com vários desafios pela frente - o maior, talvez, seja convencer a sociedade que o atual processo vertiginoso de perda de recursos naturais é tão desastroso para o mundo quanto a crise climática.
"Na área do clima, a ficha da sociedade já caiu. Na biodiversidade, a rota em que estamos levará a desastres ambientais enormes, mas é mais difícil de a população enxergar", diz o biólogo que, na sexta-feira, foi indicado para um dos postos internacionais de maior prestígio na área ambiental. "A crise climática se manifesta com um grande furacão ou uma grande tragédia como os deslizamentos de terra. Na biodiversidade, é mais silenciosa", falou Dias ao Valor, no dia em que soube ter sido indicado por Ban Ki-moon, o secretário-geral da ONU.

BB e BNDES terão que reduzir juros

Essa orientação vale para todos os bancos públicos federais, inclusive o nosso Banco da Amazonia, que anda trabalhando muito para melhorar seu desempenho e seu desembolso, que ainda estão abaixo do esperado, ainda mais considerando seu principal primo/irmão o Banco do Nordeste. Em um "Ano da Economia" devemos esperar mudanças e torcer para que elas funcionem e o Banco da Amazônia amplie sua atuação  na região e mantenha seu compromisso e engajamento no financiamento do desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Fonte: Valor Econômico 24/01/2012
Orientação da presidente Dilma Rousseff à equipe econômica é para que bancos públicos incentivem consumo e investimentos e reduzam as taxas, para que bancos privados também tenham que acompanhar esse movimento.
A presidente Dilma Rousseff quer que os bancos públicos federais funcionem como um dos principais indutores do crescimento neste ano.
O recado foi passado em reunião com a equipe econômica, quando a presidente aproveitou para ordenar que essas instituições se esforcem para ampliar o crédito tanto a pessoas físicas quanto empresas, segundo relataram fontes do Executivo à Reuters.
Dilma passou cinco dias, de quarta-feira a domingo, reunida com as principais áreas do governo e extraiu dos ministros o que será prioridade em 2012.
Ela pediu que todos apresentem nos próximos 15 dias relatórios detalhados com metas e planos de trabalho para os próximos meses, segundo revelou um assessor de um dos ministros que estava nas reuniões.
A presidente pediu que o Banco do Brasil, por exemplo, encontre formas de estimular ainda mais o consumo pessoal, por meio de novas linhas de crédito ou redução nas taxas de juros.