segunda-feira, 26 de maio de 2014

Apoiado com R$ 15 mi pelo BNDES, terminal hidroviário de Belém é inaugurado

Fonte: BNDES 23/05/2014


• Importante modal hidroviário de entrada e saída da capital paraense, nova estrutura beneficiará cerca de 60 mil pessoas/mês


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apoiou com R$ 15 milhões o projeto de adequação do Terminal Hidroviário do Porto de Belém “Luiz Rebelo Neto”, inaugurado nesta sexta-feira, 23, na capital paraense. 



Os recursos são do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal (Proinveste) e correspondem a 79% do custo total da obra, que incluiu serviços de reforma arquitetônica, elétrica e hidrossanitária, climatização, sinalização e iluminação, além da aquisição de equipamentos navais para atender as normas vigentes.



Instalado no galpão 9 da Companhia Docas do Pará (CDP), o terminal moderniza importante modal hidroviário de entrada e saída da capital e deve atender cerca de 60 mil pessoas por mês. Construído pelo Governo do Pará em 4,8 mil metros quadrados, o novo terminal conta com ambiente totalmente refrigerado, sistemas de som e vigilância, internet sem fio (wi-fi) e equipamentos de segurança, como controle de raio-x e scanner para bagagens.



Avaliado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) como um dos terminais hidroviários mais modernos do Brasil, o empreendimento possui dois pavimentos. No térreo funcionam guichês de passagem, salas de embarque e desembarque, lojas de conveniência, praça de alimentação, polícia turística e posto do centro de atendimento ao turista.



No pavimento superior estão instalados órgãos como Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Pará (Arcon), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Receita Federal, Polícia Federal e os Ministérios do Trabalho e da Agricultura. 

Estudo do BNDES indica que Brasil receberá investimentos de R$ 4 trilhões entre 2014-2017

Fonte: BNDES 22/05/2014


• Trabalho da Área de Pesquisa e Acompanhamento Econômico do Banco indica ligeira alta em relação a outubro e taxa anual de expansão de 5,1%

Estudo concluído pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) indica que os investimentos na economia brasileira deverão somar R$ 4,07 trilhões no período 2014-2017. O valor supera os R$ 3,98 trilhões apurados no levantamento anterior, divulgado em outubro de 2013, para esse mesmo período.

O resultado faz parte da atualização do estudo Perspectivas do Investimento para o período 2014-2017, elaborado pela Área de Pesquisa e Acompanhamento Econômico do BNDES. O mapeamento abrange projetos e planos estratégicos das empresas, não restrito apenas àqueles apoiados pelo Banco.

As maiores revisões foram em petróleo e gás, com aumento de R$ 30 bilhões de investimentos em relação ao apurado anteriormente, e total previsto de R$ 488 bilhões entre 2014 e 2017; energia elétrica, com adição de R$ 16 bilhões (investimentos totais previstos de R$ 192 bilhões); e papel e celulose, com incremento de R$ 7 bilhões (total de R$ 26 bilhões).

Na atual revisão, foram incorporados investimentos em mobilidade urbana, que se somam, assim, aos projetos de saneamento, já acompanhados pelo Banco, e que fazem parte do setor de infraestrutura social. 

Com a inclusão do segmento de mobilidade urbana, é possível vislumbrar as perspectivas de uma área de grande importância para o desenvolvimento econômico e social do País. As perspectivas de investimento para o setor são de R$ 89 bilhões, com alta de 83% na comparação com os R$ 49 bilhões efetivamente realizados no quadriênio anterior (2009/2012).

Crescimento real – O cenário é de crescimento real de 28% nos investimentos em 2014-2017 (taxa anualizada de 5,1%) em relação ao período 2009-2012, quando foram investidos R$ 3,17 trilhões.

Secretária do MI fala dos passos para Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó sair do papel

Fonte: Diário do Pará 25/05/2014

Secretária fala passos para plano sair do papel   (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)















Na primeira quinzena de maio, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fechou acordo com o Ministério da Integração Nacional para monitorar e avaliar os instrumentos usados hoje pelo Observatório do Desenvolvimento Regional (ODR). A meta melhorar indicadores que mensurem e avaliem políticas regionais e apontem níveis de desenvolvimento no país. Criado em 2013, o ODR é uma plataforma de discussão usada pelo Ministério da Integração Nacional para obter informações e diagnósticos a respeito do desenvolvimento regional no País. Os resultados são utilizados pelo Ministério da Integração Nacional para direcionar as ações, principalmente em regiões mais vulneráveis, como é o caso do Arquipélago do Marajó, no Pará. É de olho na drástica realidade socioeconômica da região, mostrada pelo Observatório, que a secretária de Desenvolvimento Regional do Ministério, Adriana Alves, coordena o propalado Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó, lançado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por decreto presidencial, em 2006.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Índios e ribeirinhos bloqueiam Rodovia Transamazônica no Pará

Fonte G1 Pará

Indígenas e ribeiros bloqueiam rodovia Transamazônica, no Pará, para pedir agilidade no cumprimento das condicionantes para a construção de Belo Monte. (Foto: Glaydson Castro/Tv Liberal)Indígenas e ribeirinhos bloqueiam a Rodovia Transamazônica no Pará para pedir agilidade no cumprimento das condições para construir a usina hidrelétrica de Belo Monte (Foto: Glaydson Castro/Tv Liberal)
Cerca de 150 índios e ribeirinhos bloqueiam dois trechos da Rodovia Transamazônica, no sudoeste do Pará, na manhã desta sexta-feira (23). Os manifestantes pedem que o consórcio Norte Energia cumpra com urgência o plano básico ambiental – uma das condições para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu.
O primeiro trecho que sofreu interdição do protesto fica a 27 km do município de Altamira e dá acesso aos canteiros de obras da usina. O outro bloqueio fica no km 50 da BR-230, em frente ao sítio Belo Monte, principal canteiro de construções da hidrelétrica. Os indígenas estão proibindo a passagem de ônibus com operários e liberando o acesso aos demais veículos.
Os manifestantes dizem que só irão desobstruir a rodovia depois que os presidentes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Norte Energia aceitarem se reunir para negociar. Caso isso não ocorra, eles prometem incendiar os ônibus.
Com o ato, o andamento dos trabalhos na usina estaria sendo prejudicado. Segundo o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), os operários que moram em Altamira – e representam 40% do total – não estão trabalhando porque não conseguem ter acesso aos canteiros de obra.

Impacto humano gera perda de 54 bilhões de toneladas de carbono na Amazônia




Jornal GGN – O impacto humano sobre a floresta amazônica tem sido grosseiramente subestimado, de acordo com uma nova pesquisa feita por equipe internacional de cientistas do Brasil e do Reino Unido, liderada pela Universidade de Lancaster. Eles descobriram que a exploração madeireira e incêndios seletivos de superfície podem resultar em uma perda anual de 54 bilhões de toneladas de carbono da Amazônia, aumentando as emissões de gases de efeito estufa.

Isto é equivalente a 40% da perda de carbono anual de desmatamento – quando florestas inteiras são derrubadas. Trata-se do maior estudo já estimando sobre a perda de carbono abaixo do solo pela exploração madeireira e incêndios florestais ao nível do solo nos trópicos, com base em dados de 70 mil árvores e amostras de madeira derrubadas em 225 locais na Amazônia oriental brasileira.

A degradação florestal, muitas vezes, começa com a exploração de árvores de madeira de lei, como o mogno e ipê. O abate e a remoção dessas árvores de grande porte muitas vezes danifica dezenas de árvores vizinhas. Uma vez que partes de floresta são derrubadas, as muitas lacunas e espaços vazios tornam o solo mais seco devido à exposição ao vento e sol, aumentando o risco de incêndios florestais que se espalham floresta adentro.

Convite do s eminárioO BNDES E A AGENDA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA e lançamento do livro “Um Olhar Territorial para o Desenvolvimento: Amazônia”







O BNDES E A AGENDA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA
Com lançamento do livro “Um Olhar Territorial para o Desenvolvimento: Amazônia”

29 de maio, das 15h30 às 18h30
30 de maio. das 9h30 às 16h
Auditório da Federação das Indústrias do Estado do Pará - FIEPA 
Av. Quintino Bocaiúva, 1588, Nazaré, Belém/PA

Inscreva em: http://www.bndes.gov.br/livroamazonia


O BNDES E A AGENDA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA Auditório da FIEPA | Av. Quintino Bocaiúva, 1588, Nazaré | Belém (PA)
PROGRAMAÇÃO
29 de maio de 2014
15h30 Abertura
Luciano Coutinho | PRESIDENTE DO BNDES
José Conrado Azevedo Santos | PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARÁ - FIEPA
Lançamento do livro: Um Olhar Territorial para o Desenvolvimento: Amazônia
16h: Assinatura do Convênio de Cooperação Técnico-Científica entre Sistema FIEPA e a Universidade Federal do Pará
16h10 Mesa 1: INFRAESTRUTURA E INTEGRAÇÃO DA AMAZÔNIA
Nelson Siffert | SUPERINTENDENTE DA ÁREA DE INFRAESTRUTURA DO BNDES
José Seixas Lourenço | SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DO GOVERNO DO PARÁ
Marcel Souza | DIRETOR EXECUTIVO DA REDES (REDE DE DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES) - FIEPA
Sidnei Robson | PRESIDENTE DA CNA Cláudio Leal | SUPERINTENDENTE DA ÁREA DE PLANEJAMENTO DO BNDES
Coordenação: Valmir Pedro Rossi PRESIDENTE DO BANCO DA AMAZÔNIA
Moderação: Ricardo Ramos SUPERINTENDENTE DA ÁREA DE INFRAESTRUTURA SOCIAL DO BNDES
Lançamento do livro: A Reestruturação Produtiva e a Evolução Industrial no Pará (1980-2010), de José do Egypto Vieira Soares Filho

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Tocantins será o primeiro Estado totalmente interligado por fibra óptica e com canais de comunicação de alta velocidade

Fonte: Conexão Tocantins 21/05/2014

Com a explosiva evolução da comunicação, motivadas pela necessidade de aumento de capacidade de tráfego de voz, vídeo e dados de alta velocidade, o governo do Estado elaborou o Projeto de Modernização da Gestão da Tecnologia da Informação do Estado do Tocantins, que consiste em disponibilizar fibra ótica traçando uma teia de transmissão de sinais entre os 139 municípios tocantinenses. O investimento é de R$ 259 milhões e foi financiado junto ao China Development Bank Corporation.
O subsecretário de Informática da Secretaria Estadual do Planejamento e da Modernização da Gestão Pública (Seplan), Francisco Martins de Araújo Neto, explica como o projeto irá desenvolver o Estado. “Queremos criar o asfalto deste século. Antes, nós conectávamos as pessoas fisicamente através das vias, das rodovias e assim por diante, só que cada vez mais nós estamos evoluindo para um nível de conexão virtual. Hoje, você não consegue ficar mais sem internet e não basta ser somente a internet lenta e restrita. Hoje, nós precisamos de internet bem rápida para poder comunicar através de voz, imagem, enfim, poder falar e ver as outras pessoas de forma instantânea”, frisou, lembrando que, pra conseguir atingir esta meta, é necessária  uma infraestrutura de comunicação muito rápida, eficiente e que seja baseada em uma tecnologia de ponta. “Nós queremos transformar o Tocantins no primeiro Estado totalmente interligado por fibra óptica e com canais de comunicação de alta velocidade. Nós vamos inaugurar outra etapa do desenvolvimento”, vislumbra. 

Especialistas apontam falhas e reafirmam necessidade de novos estudos de impacto das usinas

Fonte: AC 24 Horas 21/05/2014

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Especialistas com larga experiência em empreendimentos hidrelétricos no Brasil foram unânimes em afirmar nesta terça-feira (20) a ocorrência de falhas nos estudos de impacto ambiental da construção das usinas hidrelétricas do rio Madeira, em Porto Velho, e, por esse motivo, reafirmaram a necessidade da produção de novas análises.

“Existem lacunas nos estudos. Vários cálculos, inclusive os relacionados aos reservatórios, foram subestimados. É certo que a cheia do Madeira mostrou da forma mais dramática os efeitos das barragens. Agora, é preciso fazer uma revisão, uma redefinição dos conceitos que basearam as construções para sabermos, entre outras coisas, o que pode ocorrer diante de outro evento extremo”, disse a Professora da Universidade Federal do Pará e diretora do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, Édna Castro.
A professora integra o grupo de especialistas que concedeu entrevista coletiva na manhã desta terça, como parte das atividades voltadas para a discussão acerca da produção de novos estudos de impacto ambiental das usinas hidrelétricas no rio Madeira, após a cheia histórica de 2014. A atividade é uma iniciativa do Ministério Público Federal (MPF) e Estadual (MPRO), Defensorias Públicas da União (DPU) e do Estado (DPE) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RO), com apoio da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

Florada de jambeiros enfeita ruas e quintais

Lembrando dos sabores de minha infância.
Fonte: Jornal de Roraima 21/05/2014

Florada. Coloração fúcsia, aromáticas, que, quando caem, formam verdadeiros tapetes de flores e encantam passantes (Rodrigo Otávio)
Mário Leite
Jornal de Roraima
“Muitas flores caídas ao chão, uma poesia do solo, uma pintura na terra (...)” estes são os primeiros versos do poema “Flor de jambo”, da artista acreana Luciane Moraes. A inspiração vem da beleza das flores do jambeiro que, nesta época do ano, enfeitam ruas e quintais em Boa Vista, e em boa parte do Brasil. Basta caminhar pela cidade para observar o tom fúcsia da cor rosa brilhante. E, se olhar para o alto, é possível ver beija-flores sugando o néctar em galhos das copas das árvores. 
A árvore pode alcançar até 20 metros de altura e tem forma piramidal com folhas grandes verdes escuras e muito brilhantes. As flores são formadas por quatro pétalas agrupadas com inúmeros estames fazendo pompons. São flores de coloração fúcsia, muito aromáticas, que, quando caem, formam verdadeiros tapetes que atraem a atenção de muita gente. Por oferecerem boa sombra, beleza e frutos doces e perfumados, os jambeiros-vermelhos também podem ser utilizados como árvore ornamental.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Seminário de Desenvolvimento Integrado da Amazônia Legal


Divulgo abaixo o Seminário que será realizado na segunda 26/05/2014 pelo Valor Econômico e promovido pela SUDAM.
Contará entre os palestrantes o presidente do BNDES Prof. Luciano Coutinho, o superintendente da SUDAM Djalma Melo e o presidente do Banco da Amazônia Valmir Pedro Rossi.
A programação completa no link: http://www.valor.com.br/seminarios/amazonialegal