sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Surfistas mapeiam o Amapá e encontram novos pontos da pororoca

Fonte: amazonia.org.br 13/10/2016
Surfista mapeiam novos pontos desde o fim da pororoca no rio Araguari em 2014 (Foto: Luciano Cabal/Arquivo Pessoal)
Após o fim da pororoca no rio Araguari, no leste do Amapá, em 2014, um grupo de surfistas amapaenses resolveu mapear o estado em busca de outros lugares onde o fenômeno acontece e encontraram cinco pontos possíveis, sendo um no distrito do Bailique e os outros quatro no município de Amapá, a 304 quilômetros de Macapá.
Jim Davis, idealizador do projeto que mapeou novos pontos da pororoca (Foto: Rafael Moreira/GE-AP)
Jim Davis, idealizador do projeto que mapeou novos pontos da pororoca (Foto: Rafael Moreira/GE-AP)
Apesar dos novos pontos do fenômeno da pororoca serem em menores proporções do que acontecia no rio Araguari, as informações sobre o mapeamento serão usadas para montar um relatório que será utilizado no incentivo ao turismo local.
– O comércio pode girar em torno do surfe com roupas e materiais, então se conseguirmos trazer o turista americano ou o europeu, que tanto gosta de surfar e nunca viu uma onda de extensão tão grande em uma floresta, poderemos desenvolver o Amapá e fomentar o comércio – contou Jim Davis, um dos idealizadores do mapeamento da pororoca.

Fim da Pororoca no rio Araguari 

Amazônia Ameaçada II - Guardiões da floresta

Fonte: EBC - Agência Brasil 19/05/2016
Segunda postagem da série Amazônia Ameaçada.

Contra a corrente, guardiões da floresta lutam para manter a Amazônia em pé


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As árvores de babaçu sobrevivem na paisagem devastada
Marcelo Camargo/ Agência Brasil









Por Maiana Diniz, da Agência Brasil 

A estrada de terra que parte de Colniza em direção à vila do Guariba, distrito do município a cerca de 150 km de distância, é margeada por áreas abertas de pasto, sem vegetação nativa, a não ser a típica árvore de babaçu. Todos na região sabem o motivo: a espécie estraga a corrente da motosserra e é ruim de derrubar, o que explica porque sobreviveram no cenário desmatado.
A cerca de 80 km de Colniza, no extremo noroeste do estado, próximo ao Amazonas e a Rondônia, a paisagem muda com o surgimento de árvores altas que anunciam a Floresta Amazônica densa em áreas conservadas da região.
Do lado esquerdo da estrada fica a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, com 138.092 hectares nos municípios de Aripuanã e Colniza, onde vivem cerca de 400 ribeirinhos extrativistas que tiram o sustento da mata em pé. Do lado direito da estrada fica a Terra Indígena (TI) Kawahiva do Rio Pardo, com 411.844 hectares, onde vive um grupo de indígenas isolados da etnia Kawahiva, do tronco linguístico Tupi.
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À esquerda, a Resex Guariba-Roosevelt. À direita, a TI Kawahiva do Rio Pardo
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Amazonia ameaçada I - Colniza: um retrato do desmatamento

Fonte: EBC 19/05/2016
Passo a postar a série Amazônia ameaçada publicada pela EBC em maio. Somente agora tomei conhecimento e acredito ser interessante divulgar.
Conheça Colniza, o município que mais desmata no Brasil
Por Maiana Diniz, da Agência Brasil
Localizada a 1065 km de Cuiabá, Colniza lidera o ranking dos municípios que mais desmatam na Amazônia. A cidade responde sozinha por 19% de todo o desmatamento registrado no estado entre agosto e dezembro de 2015, quando perdeu 74 quilômetros quadrados de floresta. Com 27.949 km2 de área, maior que o estado de Sergipe, o município no extremo noroeste de Mato Grosso retrata a realidade da região.
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Entre Colniza e Juína, onde fica a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que fiscaliza toda a região noroeste, são 319 quilômetros, percorridos em cerca de 7 horas de carro por meio de estradas de terra precárias e por 91 pontes de madeira.
Para dar uma ideia das dificuldades logísticas e de infraestrutura enfrentadas no município de Colniza, a secretária adjunta de Gestão Ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Elaine Corsini, lembra que até pouco tempo não havia estradas no município com acesso para Mato Grosso. “A saída era só pelo estado de Rondônia. Há 15 anos, era uma área totalmente isolada em certas épocas do ano.”
A sede da Sema, órgão responsável pela fiscalização ambiental e pela emissão de licenças ambientais, que ficava em Aripuanã, a cerca de 60 km de Colniza, foi extinta no início do ano em uma reestruturação. A unidade de Juína será reestruturada para atuar em toda a região.
A principal atividade econômica da cidade é a madeireira. O presidente do Sindicato de Produtores Rurais de Colniza, Milton Amorim, diz que tem terras e postos de gasolina na região, mas a principal atividade é a madeireira, da extração às serrarias. “É a madeira que movimenta a região de Colniza hoje. Se parar o setor, para a região. O nosso município hoje tem menos de 10% de áreas de fazendas abertas, o resto é mata virgem que está aí para anos e anos explorar.”
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O município de Colniza abriga dezenas de serrarias, legais e ilegais

Marcelo Camargo/ Agência Brasil

IPAM lança análise sobre zoneamento ecológico-econômico na Amazônia

Fonte: IPAM 13/10/2016
Novo estudo: zoneamento ecológico-econômico na Amazônia ainda tem longo caminho a percorrer
Brasília, 13 de outubro de 2016 - O zoneamento-ecológico e econômico (ZEE) na Amazônia é um instrumento importante para a gestão do território. Contudo, a prática falha em aspectos fundamentais e ele ainda não é usado como instrumento de planejamento.
Esse é o resultado de uma análise que o IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) divulga hoje, com base nos casos do Pará (o mais recente da região) e do Acre (o mais antigo).
O ZEE é um instrumento de organização do território, que estabelece medidas e padrões de proteção da natureza destinados a assegurar a qualidade ambiental e a conservação da biodiversidade por meio da elaboração de diagnósticos dos meios físico-biótico, socioeconômico e jurídico-institucional.
Os Estados, ao conhecerem melhor seus territórios e seu potencial, conseguem gerir suas atividades enquanto promovem atividades com baixo desmatamento e outros impactos ambientais. Contudo, a disponibilidade de recursos dirigidos especificamente para sua implantação pode ser melhorado.
O estudo ainda mostrou que o setor privado vê o ZEE da mesma forma que o governamental, mas ainda acredita ser esse um instrumento voltado unicamente à preservação ambiental, sem levar em consideração as necessidades da produção. Já a percepção interna no setor público varia de acordo com o contato do gestor com a ferramenta, quando o ideal é que esse conhecimento seja nivelado e integrado às práticas públicas.
Os autores ainda fazem uma série de recomendações para que o ZEE possa ser amplamente utilizado nos Estados amazônicos como mecanismo de planejamento. “A gestão do território passa pela institucionalização do ZEE, até para que as diferentes percepções sobre sua importância possam ser esclarecidas”, diz a pesquisadora Andrea Azevedo, diretora de políticas públicas do IPAM e uma das autoras da análise.

Mais informações para a imprensa:
Cristina Amorim - (61) 9 9127-6994 e cristina.amorim@ipam.org.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Documentário mostra impactos da Hidrelétrica de Belo Monte para população local

Fonte; EBC Agência Brasil 09/10/2016

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
Para assistir o documentário acesse: https://vimeo.com/180500655

Usina Hidrelétrica Belo Monte

Indígenas reclamam dos impactos posteriores à inundação da Usina Hidrelétrica Belo MonteOsvaldo de Lima/Norte Energia





O documentário “Belo Monte – Depois da inundação”, do diretor Todd Southgate, que percorreu a cidade de Altamira e parte do Rio Xingu para registrar como estão indígenas e ribeirinhos após o enchimento do reservatório da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no início de 2016, teve sua pré-estreia na noite de ontem (9), na capital paulista.
Após a exibição, um debate contou com a presença dos indígenas Jailson Juruna, afetado pela barragem de Belo Monte, e Edovaldo Datie Munduruku, que mora na região que seria afetada pela construção da UHE São Luiz do Tapajós, no Rio Tapajós, ambas no estado do Pará.
Todd Southgate acompanhou o processo de construção de Belo Monte desde o começo e, em entrevista à Agência Brasil, disse que foi um choque quando presenciou os impactos após a inundação do reservatório. “Eu já estava filmando lá nos últimos sete ou oito anos. A primeira que fiz um sobrevoo na barragem, com o reservatório todo inundado. Foi um choque. Tudo o que você já viu, como estava a floresta, os lugares que você conheceu os pescadores, está tudo embaixo d'água. Foi mais pesado do que imaginava”.
Há 25 anos o diretor produz documentários que dão voz a pessoas que sofrem pelo esquecimento ou por serem ignoradas. “Comecei a documentar Belo Monte para levar esse problema para outras partes do mundo. Minha missão é contar as histórias do meio ambiente, dos problemas sociais. Gosto de ajudar dando voz para eles, que historicamente não têm essa voz”, disse Todd.
O documentário mostra os impactos para a população que mora e depende do Rio Xingu e para a cidade de Altamira, que fica próxima a Belo Monte e abrigou os operários que trabalharam na construção da usina. A estrutura do município não suportou a demanda populacional atraída pelos empregos na obra. O filme mostra o aumento da violência no trânsito, dos homicídios e a maior evidência da falta de saneamento básico, além do número de pessoas afetadas pela obra, que é maior do que o considerado pelos estudos prévios.
Afetados pela barragem

Porto de Manaus é embargado por falta de licença ambiental e plano de emergência

Fonte: EBC Agência Brasil 07/10/2016
Bianca Paiva – Correspondente da Agência Brasil


Barcos no Porto de manaus
O Ibama teme que, em caso de derramento, o óleo
se  espalhe  no  Rio  Negro,  causando   danos  à biodiversidade aquática, aos recursos hídricos
e  à  saúde da população  Arquivo/Agência Brasil

O Porto Privatizado de Manaus tem prazo até domingo (9) para retirar todas as embarcações da orla do Rio Negro e encerrar suas atividades. O terminal foi embargado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nesta quinta-feira (6), durante a operação Ajuricaba, realizada desde o início desta semana.
O objetivo da operação é verificar a regularidade ambiental de grandes instalações portuárias da capital amazonense e o transporte de produtos perigosos derivados de petróleo, visando à prevenção de acidentes ambientas decorrentes de vazamento de óleo no Rio Negro.
A fiscalização constatou que o Porto Privativo estava funcionando sem licença ambiental e sem o chamado Plano de Emergência Individual, que prevê ações de resposta em caso de vazamento de óleo.
“Se acontece ali um sinistro de derramamento de óleo, não seria tomada nenhuma providência, e o óleo se espalharia com risco de danos à biodiversidade aquática, aos recursos hídricos e até à saúde da população, uma vez que o porto recebe centenas de passageiros, centenas de embarcações, é uma área de trânsito aquaviário”, disse o chefe da Divisão Técnico Ambiental do Ibama no Amazonas, Geandro Pantoja.


Hoje (7) de manhã, Pantoja esteve representantes do Porto Privativo. Ele disse que, se a a situação for regularizada, o embargo poderá ser suspenso. “Se [a administração] apresentar um contrato emergencial de uma empresa prestadora de serviço que tenha capacidade de ações de resposta no caso de vazamento de óleo, e as empresas arrendatárias do retomarem o processo de licenciamento ambiental [do porto], que estava parado no Ipaam [Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas], poderá ser solicitado ao Ibama o levantamento do embargo, e assim continuarem operando normalmente.”

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Museu científico mais antigo da Amazônia completa 150 anos


Fonte: Portal Brasil 05/10/2016
Museu Goeldi completa 150 anos com acervo que soma 4,5 milhões de itens tombados, organizados em 18 coleções
Reprodução/MCTIGoeldi é o segundo maior museu de história natural do Brasil
Goeldi é o segundo maior museu de história natural do Brasil
Em 1866, foi inaugurado em Belém (PA) o Museu Paraense Emílio Goeldi. A instituição, que completa 150 anos nesta quinta-feira (6), possui 4,5 milhões de itens tombados em 18 coleções nas áreas de etnografia, arqueologia, linguística, minerais e fósseis e biológicas. Nesse período, consolidou-se como a instituição científica mais antiga da Amazônia e o segundo maior museu de história natural do Brasil.
"Uma das grandes ideias da história do País é a concepção de um museu de história natural na Região Amazônica. A partir daí, você quebra o paradigma de ter inventários feitos por pesquisadores estrangeiros. Isso foi um divisor de águas", avaliou o diretor do Museu Goeldi, Nilson Gabas Júnior.
Batizado de Museu Paraense, ganhou projeção a partir de 1894, sob a direção do naturalista suíço Emílio Goeldi. Neste período, o Pará vivia o ciclo econômico da borracha. A exploração da seringueira na Região Amazônica provocou, a partir de meados do século XIX, uma profunda transformação na estrutura urbana das duas principais capitais da região, Belém e Manaus, além de impulsionar os estudos científicos.

Museu Paraense Emílio Goeldi comemora 150 anos hoje 06/10/2016

Fonte Museu Goeldi 04/10/2016

Instituição de ciência mais antiga da Amazônia faz aniversário com parcerias para pintura de seus muros, exposição, projeto social e espaço promocional de produtos e doações. A festa do 150º aniversário acontecerá no Parque Zoobotânico, base mais conhecida do Museu
Agência Museu Goeldi – No dia que marca seu aniversário de 150 anos, o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) comemora a data junto ao público, contando sua história e apresentando novidades. O Parque Zoobotânico, casa mais antiga e conhecida do Museu, será o palco da festa, que vai acontecer nessa quinta-feira, 6 de outubro.
Ao som do hino nacional, às 9h, as bandeiras de Belém, do Pará e do Brasil serão hasteadas no topo do Pavilhão Domingos Soares Ferreira Penna, mais conhecido como a “Rocinha”. Em seguida, a artista paraense Lúcia Gomes realizará performance em meio aos convidados e visitantes do parque. A ação artística marca também o início do Arte Pará, salão de arte contemporânea que completa 35 anos de existência e 10 de exibições no Museu Goeldi.
Revitalização - Em parceria com a Susipe, ProPaz e a Tintas Coral - por meio do Programa “Tudo de Cor para Você”-, e apoio do Programa “ProGoeldi”, em parceria com o Instituto Peabiru, será lançada também a primeira etapa da pintura dos muros e das edificações históricas do Museu Goeldi. A festa prevê a presença da cantora Fafá de Belém, madrinha do programa “ProGoeldi”, que deve dar a pincelada inaugural e comandar os parabéns ao Museu Goeldi.
Às 10h, será dada a primeira pincelada de tinta no centenário prédio da Rocinha e nos muros da fachada do Parque Zoobotânico, marcando a revitalização desses monumentos. A ação conta com pintores voluntários e reeducandos do sistema penitenciário, dentro de um processo de reintegração social, capacitação profissional e perspectivas de resgate da cidadania.
Museu e você - No interior do pavilhão expositivo, o público vai conferir a abertura do “Salão 150 anos”. O salão comemorativo é dedicado às ações, itens e vídeos especiais do aniversário, além de abrigar “Museu e Você”, uma mostra afetiva formada por fotografias feitas por visitantes do Museu Goeldi.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Aumento de desmatamento na Amazônia é sinal amarelo para o Brasil


Fonte IPAM 05/10/2016

Brasília, 5 de outubro de 2016 - O aumento do desmatamento na Amazônia, divulgado na semana passada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), acende um sinal amarelo na sociedade: a meta climática assumida pelo país, para cortar emissões de gases estufa, está em risco.
“O Brasil assumiu um compromisso internacional na Conferência do Clima, no ano passado, mas os números atuais indicam que estamos indo na direção contrária do que é necessário para cumprir o acordo”, afirma o diretor-executivo do IPAM, André Guimarães. Os dados estão em discussão hoje, em Brasília, em um evento promovido pelo Ministério de Meio Ambiente.
O desmatamento na Amazônia é o maior dos últimos quatro anos. De agosto de 2014 a julho de 2015, a taxa de corte raso foi de 6.207 quilômetros quadrados, o que representa um aumento de 24% em relação ao período anterior.
A mudança no uso da terra ainda é a principal causa da emissão dos gases estufa no Brasil. Com o desmatamento da floresta amazônica, o país coloca em xeque a ratificação do Acordo de Paris, que deve entrar em vigor em 30 dias.
Para mudar esse cenário, uma série de medidas é necessária. É preciso investir em fiscalização, principalmente das áreas não designadas, e monitoramento da aplicação de políticas públicas que incentivem a conservação.
Além disso, é preciso abraçar a discussão sobre o fim do desmatamento, tanto o legal quanto o ilegal. Um artigo científico recém-publicado por pesquisadores do IPAM e da Universidade Federal do Pará indica que há seis grandes obstáculos para que o desmatamento zero seja alcançado, e para cada um deles uma estratégia diferente precisa ser colocada em prática.

Ibama Embarga Garimpo Em Altamira (PA) E Aplica Multa De R$ 50 Milhões

Fonte: EcoDebate05/10/2016

[Garimpo Esperança IV, em Castelo dos Sonhos, Altamira]
O Ibama embargou o garimpo Esperança IV, licenciado pelo município de Altamira, no Pará, e aplicou multa de R$ 50 milhões à Cooperativa dos Garimpeiros e Mineradores do Brasil (COOGAMIBRA). Notificação determina a retirada de todo o maquinário e estruturas presentes no local, com possibilidade de apreensão ou destruição em caso de não cumprimento. O objetivo da Operação Curuá Livre é interromper a poluição, o assoreamento dos cursos d’água e a retirada de vegetação sem a devida autorização do órgão ambiental competente.

[Poluição do garimpo no rio Curuá]